domingo, 18 de outubro de 2009

Eu fui....

Blogueira boa é blogueira ao vivo e em cores. Assim foi nosso encontro, um prazer conhecer três fofas da blogosfera que agora são minhas amigas reais.
A Liza uma lindinha divertidíssima e a Jú um doce de pessoa, rimos e conversamos como se estivéssemos acabado de sair uma da casa da outra, uma descontração ótima para um primeiro encontro.
Espero que outras brecholeiras se animem e junte-se a nós.
Uma delícia!!!!!!!!!!

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Sapatilha tomate ( Vendida para Inês)

Asneira I
Dois tomates estavam atravessando a rua, quando um gritou para o outro. - CUIDADO COM O CARRO!!!!!!!! splasht ( ruído de tomate esmagado ) E o outro tomate responde. - QUE CARRO? splasht ( ruído de tomate esmagado ) Dardiiiiiii.........

Asneira II
Sabe o que o tomate foi fazer no banco?
Tirar extrato. Bheêeeee.....

Asneira III
Um tomate mudo foi se matricular em uma escola e gesticulou para se expressar. A professora voltou com um machado e o tomate gritou:
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA.
A professora disse a ele amanhã você volta para aprender o B.
Vai arrumar o que fazer, vai......

Acho que depois de tanto tempo chorando, virei uma blogueria "retardada".
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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Repetindo tudo ( Vendida para Patrícia)

A vida de uma perereca vale pouco no Brasil. Há tempos, só a dedicação de uma bióloga ajudou a salvar o sapinho Melanophryniscus moraire no Parque Nacional de Itatiaia. Hoje, chamado de "Flamenguinho"( por suas cores vermelha e preta ), ele se tornou o símbolo do parque.
Neste momento, para alguns, a "soaresi" é apenas um estorvo ao "progresso". Amanhã, pode ajudar a desentupir as artérias de quem já pensou assim.

Ruy Castro
A vida de uma bolsa de bandana vale pouco no meu armário. Há tempos, só a dedicação de uma apegada as suas tranqueiras ajudou a salvar a sandália de bandana, postada abaixo. Hoje chamada de" Fujona" ( por suas escapadas), ela se tornou o símbolo da independência do armário de tranqueiras.
Neste momento, para algumas, a bolsa é apenas um estorvo a economia pessoal. Amanhã, pode ajudar a você ficar mais produzida e lindéeeeeeeeeeeeerrima.
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segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Fujona

Há três dias que estava tomando uma nova canseira para encontrar essa sandália em minha calçadeira. Deu para perceber que usei a palavra "nova" por alguma razão, pois bem, não sei direito, mas minhas coisas parecem que criam vida de vez em quando, talvez só para me irritar.
Toda vez que preciso procurá-la, a danada cria pernas ou asas e foge, isso já rendeu algumas histórias no meu repertório de bobagens on line. Quando a comprei e quis usá-la pela primeira vez, pedi ajuda para minha funcionária e dei uma descrição exata .....: - Tereza me ajude a encontrar uma sandália de bandana vermelha, mais tarde ela me retornou: - Clau, não achei nenhuma sandália de bunda vermelha....rsrsrsrs.
Outra vez, resolvi numa linda tarde de domingo ir ao cinema com o meu marido e o filme teria duração de três horas aproximadamente. Durante a exibição a tirei para ficar mais confortável e no final do filme....; ela tinha sumido e ficamos um bom tempo procurando até achá-la na terceira fileira para baixo. O último absurdo foi uma vez que choveu e não quis molhá-la, resolvi trocar de sapato no carro e a esqueci para fora, ainda bem que foi dentro da garagem coberta do meu prédio, tinha dado como perdida, mas o zelador a resgatou e me entregou em mãos na minha porta.
Chega, ela já me irritou demais, por isso vai embora de vez e não me apareça mais por aqui.
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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Mundo melhor ( Vendida para Claudia)

A compra dessa sapatilha na ocasião, com certeza contribuiu para a melhoria da energia do planeta. Não, não se trata de pieguice, é que algumas bobagens que nós mulheres fazemos, sem nos darmos conta faz alguma diferença para o coletivo e para a condição vibratória do mundo.
Quando a comprei no fim do verão do ano passado, saí com ela no dia seguinte e curiosamente precisei sair para vários lugares, e onde eu entrava me perguntavam onde eu tinha conseguida essa coisa tão fofa.
A Lú da farmácia, Zefa da quitanda, a Pá do escritório de advocacia, a Lê da banca de jornal, a Má do caixa do banco, a Si da escola da Mi, a Rê do mercado, a Li do correio e a Cê do xerox, todas elas correram desesperadamente até a TNG loucas e deslumbradas para comprar a sapatilha acima postada.
Essa conta resultou em lindas mulheres felizes, com auto- estima a mil, bem humoradas com seus maridos e namorados e também contribuidoras com a melhora salarial de alguns vendedores por conta de suas comissões, isso levando a um aquecimento na economia promovendo uma sociedade mais justa e com mais oportunidades.
Tá vendo, como as mulheres movem o mundo.
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Recado

Eu ia voltar hoje com uma sapatilha maravilhosa da TNG, mas minha máquina está sem bateria e meu marido levou o carregador para sua viagem =?????????????????????, como um ser humano deixa a máquina fotográfica digital em casa e leva apenas o carregador de bateria? Perguntas sem respostas, como sempre é na vida.
Quarta-feira, acho que vai dar para postar.
Até mais,
Bjs
Clau

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Ligação a cobrar

Hoje, fazendo quinze dias que aconteceu a maior tragédia de minha vida, tocou o telefone, fui atender e me surpreendi com a chamada a cobrar, era a vida me ligando ao mundo material.
Estabelecemos a seguinte conversa:
- Clau, lamento muito o que aconteceu com vc.
- Pois é, foi um choque muito grande, ela sempre foi uma pessoa muito importante para mim.
- Mas não tem como vc parar de me levar a diante, estou aqui parada sem saber o que fazer com suas coisas: suas filhas, marido, sua casa, amigos, sua outra irmã, o blog, seu armário cheio de coisas que tem que ser passada para frente, seus cursos, seus filmes e livros, as caminhadas matutinas, suas dívidas, e aí.....Que faço ?
- Não sei ainda vida, preciso de mais um tempo. Quem sabe começo aos poucos, por exemplo : voltar a caminhar um dia sim, outro não.
- Não Clau, volta vaí... se sua irmã pudesse falar com vc, ela mandaria voltar imediatamente. Como ela sempre fez, mesmo quando as coisas estavam indo mal no tratamento.
- É verdade, vida. Acho que se não fizer assim, morrerei junto com ela mais para frente.
- Isso mesmo, só uma última coisa vê se não pega mais um porre em plena segunda-feira, tá.
- Então tá, obrigada por ter ligado.
- Até mais, Clau, te ligarei em breve novamente.